quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Um tico mais das férias.

E eu vou escrever mais...
Porque a mente está lotada e eu quero me livrar. Ta ok, isso eu nao precisava escrever, mas foi. E eu não vou apertar back space agora, pois o meu teclado é um cu para se apagar. Vamos ao texto.

Um certo dia, andando pela estrada que nos leva até a Chácara dos Benzembu, reparei que ao passar pelo quilômetro 41 da rodovia, deparei com bichos de plumas leves, voando perto do solo. Fiquei intrigado: "Como um bicho tão bonito poderia voar tão baixo..." e na verdade ele voava alto, pois era um pássaro pequeno, ou seja, qualquer altura a cima de 10 cm já era extremamente alto.
Parei o carro no acostamento e fiquei a observar o tal bicho. Ele tinha olhos esbugalhados, tossia e cospia sangue, pensei em tuberculose, mas a Vanusa disse que fora um tiro que tivera tomado quando ainda era uma minhoca. Como todos sabemos, esse bichano denominado sem nome, é a evolução da minhoca.
Então tá, disse eu. Apenas concordei para não brigar com minha fiel escudeira. Ao observar o "sem nome" reparei tambem que ele possuia uma plaqueta em seu pescoço, dessas que os soldados de guerra usam para sua identificação. Tentei me aproximar dessa coisa, mas apavorado, saiu voando um pouco mais baixo, de modo que eu nao conseguiria correr atrás por ser muito baixo e eu ter uma hérnia que me incomoda pra burro.
Desistindo do tal, voltei para o carro e tornei a me dirigir a dirigir na rodovia.
Quando passei dos 110 km/h a Vanusa deu um berro, foi muito alto. Eu me assustei e perguntei o que tinha acontecido... Ela apenas disse: "nada, continue a viagem...". Foi o que eu fiz.
Quando chegamos na Chácara dos Benzembu, encontrei um outro tipo de bicho, e dessa vez parecia que era um avestruz sem plumas, apesar de nunca ter visto um avestruz a olho nu e muito menos sem plumas eu me espantei, me espantei mesmo, quase cai pra trás. Disseram-me que aquele ser era do bem, fazia o bem e sem olhar a quem.
Quase morri quando ele veio pra cima de mim, deu uma bicada e tudo bem, deu duas bicadas e tudo bem, na terceira eu falei, "pera aí, o que está acontecendo?" o cuidador disse que ele apenas estava conhecendo a minha crença. Falei que tudo bem e que podia continuar.
Ele continuou... E se pudesse estaria até agora lá. Por sorte a Vanusa passou mal, vomitou e tivemos que voltar, afinal, faço tudo por essa mulher!!!

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